
Total supply representa a quantidade total de tokens existentes atualmente para um criptoativo específico.
Essa métrica abrange todos os tokens criados on-chain até o momento, incluindo os emitidos e ainda bloqueados, descontando aqueles já queimados. Por exemplo, o total supply do Bitcoin aumenta a cada novo bloco minerado, enquanto o do Ethereum pode oscilar levemente para cima ou para baixo conforme seu mecanismo de queima.
Total supply influencia diretamente a escassez e a dinâmica de preço. Um total supply elevado ou em crescimento acelerado geralmente indica tendência inflacionária; já uma oferta estável ou em queda reforça a escassez, favorecendo a valorização do ativo.
Ao investir em tokens recém-lançados, o total supply sinaliza quantos tokens ainda podem chegar ao mercado. Mesmo que o circulating supply seja baixo, um total supply alto aliado a desbloqueios agressivos pode resultar em maior pressão vendedora no futuro. Na Gate, as páginas de projetos apresentam “total supply” e “circulating supply” lado a lado, permitindo ao usuário avaliar riscos de oferta no curto e longo prazo.
Total supply é dinâmico—altera-se conforme emissão (minting), queima (burning) e desbloqueio de tokens. Minting gera novos tokens seguindo as regras do protocolo ou mecanismos de recompensa. Burning elimina tokens definitivamente, enviando-os para endereços irrecuperáveis e reduzindo o total. O desbloqueio libera tokens antes não circulantes ao mercado, mesmo já contabilizados no total supply.
No caso do Bitcoin, as recompensas de bloco incrementam o supply até o limite de 21 milhões. Já o Ethereum, com sua queima de base fee, vê o total supply variar em faixa estreita, pois taxas mais altas e maior atividade ampliam a queima, compensando parte da emissão.
Para stablecoins, emissão e resgate ajustam o total supply de acordo com a demanda: novos tokens são emitidos quando usuários depositam USD ou ativos equivalentes, e queimados ao serem resgatados, refletindo a necessidade do mercado em tempo real.
Total supply é fundamental na emissão de protocolos, distribuição de recompensas, mecanismos de taxas de transação e operações de projetos—cada contexto influencia o total supply de modo distinto.
Em DeFi, recompensas de mineração de liquidez e staking podem elevar o total supply conforme regras predefinidas, enquanto queimas programadas ou de taxas combatem a inflação. Em coleções de NFT, “total supply” normalmente define o máximo de NFTs possíveis—como um limite de 10.000 PFPs.
Em exchanges como a Gate, páginas de projetos exibem “total supply”, “circulating supply” e “unlock schedule”. Durante liquidity mining ou Launchpool, se as recompensas vêm de novas emissões, o total supply cresce; se vêm de recompras ou reservas, apenas a estrutura circulante se altera, mantendo o total supply.
É possível diminuir o total supply através de queimas on-chain, queima de taxas, programas de recompra e queima, ou queima por resgate (stablecoins). O objetivo é retirar tokens do mercado de forma definitiva.
Etapa 1: O projeto divulga um plano transparente de queima—detalhando frequência, limites e gatilhos—e publica endereços de queima e hashes das transações para auditoria pública.
Etapa 2: Realiza a queima on-chain, enviando tokens para “endereços buraco negro” (sem acesso possível) ou executando a função burn do smart contract. Após confirmação, block explorers mostram o valor atualizado queimado.
Etapa 3: Sincroniza e audita as informações. Utiliza block explorers, site do projeto e redes sociais para informar o público rapidamente e convida auditorias independentes para garantir a veracidade das queimas.
Etapa 4: Alinha as atualizações com exchanges. Plataformas como a Gate devem ajustar o campo “total supply” para garantir dados consistentes aos investidores. Para stablecoins, a transparência exige colaboração com custodians e auditores, divulgando registros detalhados de resgate e queima.
No último ano, os principais criptoativos apresentaram crescimento do total supply em ritmo desacelerado ou quase neutro—mas as tendências variam entre ativos.
Para o Bitcoin, após o halving de 2025, a emissão anual cairá ainda mais. Com a média de produção de blocos, cerca de 164.000 novos BTC serão minerados em 2025—redução expressiva frente a 2024—desacelerando ainda mais o crescimento da oferta.
No Ethereum, o mecanismo de queima da base fee faz o total supply oscilar entre leve deflação e inflação moderada. Dados on-chain do quarto trimestre de 2025 mostram variação líquida anual entre -0,1% e +0,1%. Taxas mais altas levam à emissão líquida negativa; menor atividade gera leve aumento.
Para stablecoins, o total supply cresceu ao longo de 2025, acompanhando a demanda de mercado. Dados do setor indicam taxas de crescimento anuais de dois dígitos, pois a demanda e liquidações on-chain impulsionam mais emissão que resgates (queimas).
Essas mudanças são determinadas por juros macroeconômicos, atividade de rede, políticas de queima dos projetos e cronogramas de emissão de recompensas—todos impactam o comportamento do total supply.
Total supply considera todos os tokens existentes, inclusive os ainda bloqueados; circulating supply contempla apenas aqueles livres para negociação, refletindo mais precisamente as pressões de mercado de curto prazo.
Por exemplo, um projeto pode ter total supply de 10 bilhões de tokens, mas somente 500 milhões circulando—o restante está bloqueado por equipes, fundações, investidores iniciais ou pools de recompensa. À medida que ocorre o desbloqueio, circulating supply aumenta. O total supply só muda em eventos de emissão ou queima; desbloqueios não o alteram. Nas páginas de projetos da Gate, é possível comparar ambos os indicadores e os cronogramas de desbloqueio para avaliar potenciais pressões de venda futuras.
Sim—total supply afeta diretamente o preço do token. Uma oferta mais alta geralmente reduz a escassez e pressiona o preço para baixo; já ativos de oferta restrita tendem a valorizar com mais facilidade. Porém, o preço depende de múltiplos fatores, como demanda, desenvolvimento do projeto e cenário macroeconômico—não apenas da oferta.
Você pode acessar o total supply em exchanges como a Gate ou em sites especializados como CoinGecko e CoinMarketCap. Na página do token, normalmente aparecem maximum supply, total supply e circulating supply para análise e comparação facilitadas.
Não necessariamente. Limites de oferta favorecem a escassez, mas o valor de um token depende também de utilidade, consenso da comunidade e inovação tecnológica. Tokens de oferta ilimitada, mas com grande utilidade ou efeito de rede, podem manter alto valor—o essencial é avaliar fundamentos do projeto no longo prazo.
O aumento do total supply geralmente visa incentivar participantes do ecossistema (por meio de recompensas de mineração ou staking) ou reduzir o preço unitário do token para atrair mais usuários. Porém, inflação excessiva pode diluir o valor dos detentores—por isso, equilibrar expansão do ecossistema e preservação de valor é fundamental.
Reduções no total supply costumam ocorrer por mecanismos de queima. Ao destruir parte dos tokens, o projeto aumenta a escassez e, teoricamente, sustenta preços mais altos. Isso geralmente sinaliza compromisso da equipe com a valorização do ativo—um indicativo positivo.


