Os robôs estão a avançar para além de ambientes controlados e a entrar no mundo real. Armazéns. Hospitais. Redes logísticas. Fábricas. À medida que as máquinas começam a operar ao lado dos humanos, a coordenação torna-se um novo tipo de problema de infraestrutura. Não apenas como os robôs funcionam individualmente, mas como milhares de máquinas independentes interagem de forma segura e previsível.
É aqui que a Fabric Foundation entra em ação.
Em vez de construir robôs por si própria, a Fundação atua como guardiã dos sistemas que permitem às máquinas coordenar entre si e com os humanos. Foca-se na governação, nas infraestruturas económicas e na infraestrutura aberta, concebidas para apoiar um ecossistema crescente de máquinas autónomas.
A ideia por trás desta estrutura é simples.
Quando máquinas inteligentes passam a fazer parte da economia global, não podem depender das instituições tradicionais. Os robôs não podem abrir contas bancárias. Não podem possuir documentos de identidade legais. Ainda assim, precisam de formas de se autenticar, receber pagamentos, executar tarefas e manter a responsabilidade.
A Fabric resolve esta lacuna criando uma infraestrutura descentralizada para a identidade das máquinas, coordenação e participação económica. Os robôs podem receber identidades verificáveis na blockchain que lhes permitem registar capacidades, aceitar tarefas e interagir com outros participantes numa rede transparente.
Mas a infraestrutura sozinha não é suficiente.
Ecossistemas complexos requerem gestão.
É aqui que o papel da Fundação se torna importante.
A Fabric Foundation opera como uma organização independente sem fins lucrativos, responsável por orientar a governação, manter a infraestrutura de interesse público e garantir que a rede de robótica evolua de forma responsável ao longo do tempo.
As suas responsabilidades vão além do desenvolvimento de software.
A Fundação apoia a investigação em segurança e alinhamento.
Coordena stakeholders globais, incluindo desenvolvedores, empresas de robótica e investigadores.
Designa sistemas de governação que permitem aos participantes do ecossistema moldar a evolução da rede.
Esta estrutura reflete uma filosofia mais ampla.
Se a infraestrutura de robótica se tornar centralizada, um pequeno número de empresas poderia controlar a camada económica da automação.
A Fabric propõe uma alternativa onde a camada de coordenação permanece aberta.
Em vez de frotas de robôs isoladas, propriedade de empresas individuais, as máquinas podem operar numa rede partilhada, governada por regras e incentivos transparentes.
Neste sistema, múltiplos atores contribuem para o ecossistema.
Fabricantes de hardware constroem máquinas.
Desenvolvedores criam novas capacidades robóticas.
Operadores implantam máquinas em ambientes do mundo real.
Validadores confirmam a execução de tarefas e a integridade do sistema.
O protocolo Fabric fornece as infraestruturas de coordenação que conectam estes participantes, enquanto a Fundação atua como guardiã a longo prazo dessa infraestrutura.
Esta abordagem espelha a evolução da própria internet.
Os primeiros protocolos não eram propriedade de uma única empresa.
Eram mantidos por organizações responsáveis por padrões abertos e governação a longo prazo.
A Fabric tenta trazer um modelo semelhante para a robótica.
Em vez de tratar os robôs como produtos proprietários, trata-os como participantes numa rede aberta que requer coordenação, identidade e regras partilhadas.
A missão da Fundação é garantir que esta economia emergente de máquinas permaneça transparente, acessível e alinhada com os interesses humanos.
À medida que os sistemas autónomos se tornam mais capazes, a questão não será apenas como os robôs operam.
Será quem define os sistemas que os coordenam.
A resposta da Fabric é que esses sistemas devem ser infraestruturas abertas.
E o papel da Fundação é garantir que assim permaneçam.
$ROBO @FabricFND #ROBO
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A Fundação Fabric como Guardiã da Coordenação de Máquinas
Os robôs estão a avançar para além de ambientes controlados e a entrar no mundo real. Armazéns. Hospitais. Redes logísticas. Fábricas. À medida que as máquinas começam a operar ao lado dos humanos, a coordenação torna-se um novo tipo de problema de infraestrutura. Não apenas como os robôs funcionam individualmente, mas como milhares de máquinas independentes interagem de forma segura e previsível. É aqui que a Fabric Foundation entra em ação. Em vez de construir robôs por si própria, a Fundação atua como guardiã dos sistemas que permitem às máquinas coordenar entre si e com os humanos. Foca-se na governação, nas infraestruturas económicas e na infraestrutura aberta, concebidas para apoiar um ecossistema crescente de máquinas autónomas. A ideia por trás desta estrutura é simples. Quando máquinas inteligentes passam a fazer parte da economia global, não podem depender das instituições tradicionais. Os robôs não podem abrir contas bancárias. Não podem possuir documentos de identidade legais. Ainda assim, precisam de formas de se autenticar, receber pagamentos, executar tarefas e manter a responsabilidade. A Fabric resolve esta lacuna criando uma infraestrutura descentralizada para a identidade das máquinas, coordenação e participação económica. Os robôs podem receber identidades verificáveis na blockchain que lhes permitem registar capacidades, aceitar tarefas e interagir com outros participantes numa rede transparente. Mas a infraestrutura sozinha não é suficiente. Ecossistemas complexos requerem gestão. É aqui que o papel da Fundação se torna importante. A Fabric Foundation opera como uma organização independente sem fins lucrativos, responsável por orientar a governação, manter a infraestrutura de interesse público e garantir que a rede de robótica evolua de forma responsável ao longo do tempo. As suas responsabilidades vão além do desenvolvimento de software. A Fundação apoia a investigação em segurança e alinhamento. Coordena stakeholders globais, incluindo desenvolvedores, empresas de robótica e investigadores. Designa sistemas de governação que permitem aos participantes do ecossistema moldar a evolução da rede. Esta estrutura reflete uma filosofia mais ampla. Se a infraestrutura de robótica se tornar centralizada, um pequeno número de empresas poderia controlar a camada económica da automação. A Fabric propõe uma alternativa onde a camada de coordenação permanece aberta. Em vez de frotas de robôs isoladas, propriedade de empresas individuais, as máquinas podem operar numa rede partilhada, governada por regras e incentivos transparentes. Neste sistema, múltiplos atores contribuem para o ecossistema. Fabricantes de hardware constroem máquinas. Desenvolvedores criam novas capacidades robóticas. Operadores implantam máquinas em ambientes do mundo real. Validadores confirmam a execução de tarefas e a integridade do sistema. O protocolo Fabric fornece as infraestruturas de coordenação que conectam estes participantes, enquanto a Fundação atua como guardiã a longo prazo dessa infraestrutura. Esta abordagem espelha a evolução da própria internet. Os primeiros protocolos não eram propriedade de uma única empresa. Eram mantidos por organizações responsáveis por padrões abertos e governação a longo prazo. A Fabric tenta trazer um modelo semelhante para a robótica. Em vez de tratar os robôs como produtos proprietários, trata-os como participantes numa rede aberta que requer coordenação, identidade e regras partilhadas. A missão da Fundação é garantir que esta economia emergente de máquinas permaneça transparente, acessível e alinhada com os interesses humanos. À medida que os sistemas autónomos se tornam mais capazes, a questão não será apenas como os robôs operam. Será quem define os sistemas que os coordenam. A resposta da Fabric é que esses sistemas devem ser infraestruturas abertas. E o papel da Fundação é garantir que assim permaneçam. $ROBO @FabricFND #ROBO