(MENAFN) Polónia, Lituânia e Letónia formalizaram um acordo trilateral para reforçar a segurança fronteiriça e combater ameaças híbridas ao longo do flanco oriental da União Europeia, anunciou o governo lituano na quarta-feira.
O Primeiro-Ministro polaco Donald Tusk, a Primeira-Ministra lituana Inga Ruginiene e a Primeira-Ministra letã Evika Silina assinaram uma declaração conjunta intitulada “Aprimoramento da Cooperação na Segurança das Fronteiras Externas e no Combate às Ameaças Híbridas” — um movimento que sinaliza uma crescente preocupação entre as nações bálticas e da Europa Central com táticas de desestabilização ligadas a atores estrangeiros hostis.
Ruginiene alertou que as três nações enfrentam “um desafio comum e em constante evolução” representado pela guerra híbrida, destacando a urgência de uma resposta regional unificada.
“Vemos claramente que as táticas testadas por regimes hostis contra uma de nossas regiões são logo aplicadas às outras também”, afirmou, chamando a cooperação para avançar “para um novo nível”, incluindo partilha de inteligência, exercícios militares conjuntos e mecanismos de resposta coordenados.
A primeira-ministra lituana foi inequívoca quanto às apostas mais amplas, enfatizando que os territórios em questão são “não apenas as nossas fronteiras nacionais, mas as fronteiras externas da União Europeia” — enquadrando o pacto como uma questão de segurança europeia coletiva, e não apenas de interesse nacional.
O acordo surge num contexto de pressão contínua sobre os membros orientais da NATO, onde migração instrumentalizada, ciberataques e campanhas de desinformação têm sido repetidamente atribuídas à interferência patrocinada por estados.
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Polónia, Letónia, Lituânia vão reforçar a segurança fronteiriça
(MENAFN) Polónia, Lituânia e Letónia formalizaram um acordo trilateral para reforçar a segurança fronteiriça e combater ameaças híbridas ao longo do flanco oriental da União Europeia, anunciou o governo lituano na quarta-feira.
O Primeiro-Ministro polaco Donald Tusk, a Primeira-Ministra lituana Inga Ruginiene e a Primeira-Ministra letã Evika Silina assinaram uma declaração conjunta intitulada “Aprimoramento da Cooperação na Segurança das Fronteiras Externas e no Combate às Ameaças Híbridas” — um movimento que sinaliza uma crescente preocupação entre as nações bálticas e da Europa Central com táticas de desestabilização ligadas a atores estrangeiros hostis.
Ruginiene alertou que as três nações enfrentam “um desafio comum e em constante evolução” representado pela guerra híbrida, destacando a urgência de uma resposta regional unificada.
“Vemos claramente que as táticas testadas por regimes hostis contra uma de nossas regiões são logo aplicadas às outras também”, afirmou, chamando a cooperação para avançar “para um novo nível”, incluindo partilha de inteligência, exercícios militares conjuntos e mecanismos de resposta coordenados.
A primeira-ministra lituana foi inequívoca quanto às apostas mais amplas, enfatizando que os territórios em questão são “não apenas as nossas fronteiras nacionais, mas as fronteiras externas da União Europeia” — enquadrando o pacto como uma questão de segurança europeia coletiva, e não apenas de interesse nacional.
O acordo surge num contexto de pressão contínua sobre os membros orientais da NATO, onde migração instrumentalizada, ciberataques e campanhas de desinformação têm sido repetidamente atribuídas à interferência patrocinada por estados.