💥Dados de emprego de dezembro continuam a mostrar extremos opostos, a redução de juros pelo Federal Reserve em janeiro já é um fato consumado! A comédia dos dados de emprego de dezembro: apenas 50 mil novos empregos, uma redução de 76 mil em relação ao mês anterior, o pior desempenho desde a pandemia. O mercado de recrutamento está completamente estagnado, com um aumento anual de apenas 584 mil, média mensal do setor privado abaixo de 6,1 mil — o mais fraco desde 2003! Mas isso ainda não é o mais absurdo: a taxa de desemprego caiu para 4,4%. Como assim? A resposta é bastante dolorosa — não é que haja mais empregos, mas que cada vez mais pessoas simplesmente pararam de procurar emprego. Alguns grandes influenciadores até dizem que isso é um sinal de "tendência de inação" do Federal Reserve. O único dado que parece razoável é que os salários aumentaram 3,8%, de fato superando a inflação. Mas, no fundo, todo o mercado de trabalho parece um paciente que está sendo mantido vivo à força, aparentemente firme, mas na verdade à beira do colapso. A reação do mercado foi direta: a probabilidade de corte de juros em janeiro no mercado de swaps de taxa de juros caiu instantaneamente a zero, e todas as apostas de primeiro corte foram transferidas para junho. O rendimento dos títulos do Tesouro de 2 anos disparou, e os operadores entraram totalmente em modo de "espera", sem ousar agir. A PGIM afirmou que o Federal Reserve pode "pular uma rodada", enquanto a Natixis acredita que o ritmo de cortes deve desacelerar. A grande incógnita aponta para os dados do CPI de março — que será o verdadeiro teste de fogo para o Federal Reserve. Será que em junho o corte de juros será iniciado? Tudo depende de a inflação dar ou não uma chance. O futuro do dólar é incerto!
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💥Dados de emprego de dezembro continuam a mostrar extremos opostos, a redução de juros pelo Federal Reserve em janeiro já é um fato consumado!
A comédia dos dados de emprego de dezembro: apenas 50 mil novos empregos, uma redução de 76 mil em relação ao mês anterior, o pior desempenho desde a pandemia. O mercado de recrutamento está completamente estagnado, com um aumento anual de apenas 584 mil, média mensal do setor privado abaixo de 6,1 mil — o mais fraco desde 2003!
Mas isso ainda não é o mais absurdo: a taxa de desemprego caiu para 4,4%. Como assim? A resposta é bastante dolorosa — não é que haja mais empregos, mas que cada vez mais pessoas simplesmente pararam de procurar emprego. Alguns grandes influenciadores até dizem que isso é um sinal de "tendência de inação" do Federal Reserve.
O único dado que parece razoável é que os salários aumentaram 3,8%, de fato superando a inflação. Mas, no fundo, todo o mercado de trabalho parece um paciente que está sendo mantido vivo à força, aparentemente firme, mas na verdade à beira do colapso.
A reação do mercado foi direta: a probabilidade de corte de juros em janeiro no mercado de swaps de taxa de juros caiu instantaneamente a zero, e todas as apostas de primeiro corte foram transferidas para junho. O rendimento dos títulos do Tesouro de 2 anos disparou, e os operadores entraram totalmente em modo de "espera", sem ousar agir.
A PGIM afirmou que o Federal Reserve pode "pular uma rodada", enquanto a Natixis acredita que o ritmo de cortes deve desacelerar. A grande incógnita aponta para os dados do CPI de março — que será o verdadeiro teste de fogo para o Federal Reserve. Será que em junho o corte de juros será iniciado? Tudo depende de a inflação dar ou não uma chance. O futuro do dólar é incerto!