
A Bitget Wallet é uma carteira de criptomoedas não custodial que garante a você controle total sobre suas chaves privadas, sem depender de uma plataforma para gerenciá-las. Ela oferece funcionalidades como gerenciamento de ativos multichain, transferências e pagamentos, conexão com DApps, swaps e gerenciamento de NFTs, tornando-se uma porta de entrada essencial para o ecossistema Web3.
Em exchanges centralizadas, a plataforma detém seus ativos e faz o registro em seu próprio livro interno. Já em uma carteira não custodial, a blockchain serve como registro definitivo, e sua chave privada atua como uma “chave mestra” para iniciar transações reais on-chain. Essa diferença posiciona a Bitget Wallet como uma “conta cripto pessoal”, e não apenas como uma subconta dentro de uma plataforma.
A segurança da Bitget Wallet baseia-se principalmente na criptografia local da chave privada e da frase de recuperação (seed phrase), além dos seus próprios hábitos de backup e uso. Enquanto sua chave privada permanecer confidencial, ninguém poderá movimentar seus ativos on-chain.
A chave privada funciona como a “super senha” da sua conta, enquanto a frase de recuperação é seu backup, composta normalmente por 12 ou 24 palavras em inglês. A carteira criptografa e armazena sua chave privada no seu dispositivo, acessível por senha ou autenticação biométrica. As carteiras também oferecem alertas anti-phishing, detecção de contratos maliciosos, simulação de transações e integração com carteiras de hardware, tudo para reduzir erros e riscos de contratos maliciosos.
Vale destacar que a segurança não depende apenas da ferramenta, mas também dos seus hábitos: anote sua frase de recuperação offline e guarde em locais seguros—nunca fotografe ou envie para a nuvem; baixe a carteira apenas de canais oficiais; confira domínios e permissões antes de conectar a DApps desconhecidos; e seja cauteloso com transações de “aprovação ilimitada”.
A Bitget Wallet normalmente suporta múltiplas redes blockchain e endereços correspondentes—including Ethereum e cadeias compatíveis com EVM, além de outras blockchains públicas relevantes. Ela exibe saldos de tokens, históricos de transferências e oferece funções integradas de swap e cross-chain para facilitar a movimentação de ativos entre redes diferentes.
No navegador de DApps da carteira, você acessa uma variedade de aplicativos descentralizados, como DEXs (exchanges descentralizadas), protocolos de empréstimo, agregadores de rendimento e marketplaces de NFT. A carteira costuma apresentar painéis para tokens e NFTs, além de alertas de preço e risco—proporcionando uma visão intuitiva dos seus ativos e permissões de aprovação.
No celular, a Bitget Wallet prioriza uma experiência integrada; nas extensões de navegador, foca em conexão fluida e assinaturas com DApps web.
Para iniciar, certifique-se de baixar a Bitget Wallet pelo site oficial ou lojas de aplicativos reconhecidas, evitando aplicativos falsos.
Passo 1: Crie ou importe uma carteira. Ao criar uma nova carteira, será gerada uma frase de recuperação; se já possuir uma carteira, basta importar usando sua frase de recuperação ou chave privada existente.
Passo 2: Faça o backup da sua frase de recuperação. Anote em papel e guarde em locais seguros e separados. Não fotografe, não envie online e não compartilhe com ninguém.
Passo 3: Defina um método de desbloqueio. Configure uma senha para o app ou extensão e, se disponível, ative a autenticação biométrica.
Passo 4: Adicione ou selecione redes. Certifique-se de que a rede padrão corresponde à blockchain que você costuma usar; adicione redes personalizadas se necessário.
Passo 5: Transfira ativos para dentro. Você pode sacar de uma exchange centralizada para o endereço da sua carteira (por exemplo, sacar da Gate para o endereço da sua Bitget Wallet). Sempre confira se a “rede de saque” corresponde à rede escolhida na carteira para evitar erros cross-chain.
Uma transferência de cripto envolve assinar uma transação com sua chave privada e transmiti-la on-chain. A rede cobra uma “taxa de gas”, paga no token nativo da blockchain (por exemplo, ETH na Ethereum, BNB na BSC, MATIC na Polygon).
Ao transferir fundos, selecione a rede e o endereço de destino corretos na Bitget Wallet, informe o valor e confirme a taxa. Se transferir tokens como USDT, certifique-se de que remetente e destinatário estão na mesma rede—o USDT da TRON e o da Ethereum são ativos diferentes. Na página de confirmação, observe os limites de gas e as taxas totais; definir um gas muito baixo em horários de pico pode travar a transação.
Ao interagir com um contrato de token pela primeira vez (como ao fazer swap em um DApp), a carteira pode solicitar uma etapa de “aprovação” que autoriza o contrato a usar seus tokens. Recomenda-se conceder aprovação apenas pelo necessário—nunca ilimitada—e revogar permissões não utilizadas regularmente pelo gerenciamento de aprovações da carteira.
Conectar-se a um DApp é como “fazer login em um site usando sua conta da carteira”. Digite a URL do DApp no navegador de DApps da Bitget Wallet (ou abra o site do DApp diretamente se usar a extensão do navegador) e clique em “Conectar Carteira”.
Passo 1: Verifique o domínio do site e o certificado de segurança para evitar sites de phishing.
Passo 2: No DApp, selecione a rede correta e clique em “Conectar Carteira”. Confirme a conexão no pop-up da carteira.
Passo 3: Execute operações e assine transações. Seja fazendo swaps de tokens, participando de protocolos de empréstimo ou comprando NFTs, os DApps solicitarão confirmação de assinatura—a carteira exibirá detalhes da transação e taxas associadas.
Para ampliar o acesso ao ecossistema, você pode conectar uma carteira externa a DApps de terceiros pela seção Web3 da Gate e navegar em marketplaces de NFT; a Bitget Wallet suporta essa conectividade, garantindo que todas as assinaturas e gestão de ativos ocorram dentro da sua própria carteira.
As principais diferenças estão na custódia dos ativos e nos caminhos de uso. A Bitget Wallet é não custodial—você detém suas próprias chaves privadas e transaciona diretamente on-chain. Exchanges centralizadas custodiam os ativos e realizam negociações internamente, sendo indicadas para entradas em fiat e operações rápidas.
Ao movimentar ativos entre carteiras e exchanges, o processo padrão é: comprar cripto em uma exchange (como a Gate), depois sacar para o endereço da sua Bitget Wallet para participar de DApps; para retornar fundos à exchange, transfira da sua carteira para o endereço de depósito da Gate. Sempre confira a compatibilidade de rede e verifique os endereços cuidadosamente.
Compliance e experiência do usuário também diferem: exchanges normalmente exigem verificação KYC, controles de risco, suporte ao cliente e proteção contra fraudes; já carteiras não custodiais oferecem mais liberdade, mas toda a responsabilidade de gestão de risco recai sobre você.
Os principais riscos são:
A Bitget Wallet é ideal para quem busca controle total sobre os ativos, interage com frequência com DApps ou participa de atividades DeFi/NFT, ou precisa gerenciar tokens em diferentes cadeias. Para quem só precisa de entrada em fiat ou faz negociações esporádicas, plataformas centralizadas podem ser mais simples.
Para o futuro, as carteiras caminham para integração multichain, segurança reforçada e mecanismos de recuperação mais amigáveis—como abstração de contas (usando smart contracts para melhor fluxo de pagamentos e controle de permissões), recuperação social (restaurando acesso via contatos/dispositivos confiáveis) e MPC (multi-party computation para dividir a gestão da chave privada). Essas inovações buscam equilibrar segurança e praticidade.
Como um gateway Web3 não custodial, a Bitget Wallet coloca suas chaves privadas sob seu controle. Ela oferece gestão de ativos multichain, integração com DApps, swaps, recursos de NFT—e exige boas práticas ao baixar aplicativos, fazer backup, conceder permissões e realizar transações cross-chain. Combinada a exchanges centralizadas como a Gate, permite movimentação eficiente entre entrada em fiat e aplicações on-chain. Não importa o recurso utilizado, priorize sempre a segurança da chave privada e a gestão de riscos.
A Bitget Wallet suporta mais de 50 redes blockchain, incluindo Ethereum, Bitcoin, Solana, Polygon, entre outras. Você pode gerenciar ativos nessas redes usando um único endereço de carteira—facilitando operações cross-chain sem precisar configurar carteiras separadas para cada cadeia.
A Bitget Wallet é não custodial—sua chave privada fica exclusivamente sob sua posse; a Bitget não tem acesso algum. Isso garante controle total sobre seus ativos, mas exige que você faça backup seguro da frase de recuperação e da chave privada. Se perdidas, nem a Bitget nem terceiros poderão recuperá-las—por isso, proteger as informações de recuperação é essencial.
Primeiro, baixe o app ou extensão de navegador da Bitget Wallet. Ao criar uma nova carteira, você receberá uma frase de recuperação de 12 ou 24 palavras—anote com segurança em local protegido antes de definir a senha da carteira. Depois, você já pode receber ativos ou transferir cripto de uma exchange para o endereço da sua carteira.
Além de armazenamento e transferências, a Bitget Wallet oferece swaps, staking, participação em protocolos de empréstimo DeFi, compra/venda de NFTs e muito mais. Você pode se conectar diretamente a vários DApps dentro da carteira para gestão on-chain sem necessidade de alternar entre plataformas.
Se você fez backup seguro da frase de recuperação ou da chave privada, pode restaurar sua carteira em qualquer dispositivo, a qualquer momento. Se ambos forem perdidos, os ativos são irrecuperáveis—pois carteiras descentralizadas não contam com servidor central para ajuda de recuperação. Por isso, o backup offline da frase de recuperação em locais seguros é ainda mais importante do que qualquer senha.


